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Insuficiência ovariana prematura - Clínca Cinge - Àguas Claras - DF

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Insuficiência ovariana prematura

Fique por dentro das principais informações que você precisa saber sobre a insuficiência ovariana precoce. Insuficiência ovariana prematura: o que é, quais são as causas e os tratamentos indicados?

Fonte: Freepik

A insuficiência ovariana prematura (IOP), popularmente conhecida como menopausa precoce, é um quadro clínico caracterizado por uma série de alterações nos níveis hormonais no corpo da mulher que ocasiona a parada da menstruação antes dos 40 anos.

Apesar de não ser uma síndrome tão conhecida pela população geral, a IOP tem grande importância clínica devido aos impactos e consequências que podem estar associados a ela.

Além disso, é uma condição que afeta cerca de 1% das mulheres com idade inferior aos 40 anos, ou seja, 1 a cada 100 mulheres nessa faixa etária podem desenvolver menopausa precoce. Assim, é um quadro de alerta e de grande importância para a saúde da mulher brasileira.

O que acontece na IOP?

Para entender a fisiopatologia da insuficiência ovariana prematura é essencial conhecer dois hormônios: o estrogênio, que é um dos hormônios sexuais femininos produzidos nos ovários, e o FSH (hormônio folículo-estimulante), que é produzido da hipófise e atua estimulando a liberação de estrogênio.

O que acontece na menopausa precoce é que há uma redução da produção de estrogênio, prejudicando a ovulação. Em consequência da redução do estrógeno, há um aumento da liberação de FSH pela hipófise como uma tentativa de reverter a queda do hormônio feminino. 

Por isso, umas das formas de diagnosticar a IOP é fazer a dosagem de estrógeno e FSH. As mulheres com essa condição clínica apresentarão baixa dosagem de estrogênio e altos níveis séricos de FSH.

Principais sintomas da IOP

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Os principais sintomas da IOP estão relacionados à redução da quantidade de estrogênio. Alguns exemplos são:

  • Irregularidade ou ausência de ciclo menstrual;
  • Sudorese noturna e fogacho;
  • Insônia;
  • Alterações no humor e irritabilidade;
  • Ressecamento vaginal;
  • Queda da libido ou desejo sexual.

Além dessa sintomatologia que pode ser bastante incômoda para muitas pessoas, a menopausa precoce tem repercussões importantes na saúde da mulher. Uma delas é a infertilidade. Graças à falência dos ovários, a paciente que apresenta IOP torna-se incapaz de ovular e, consequentemente,  engravidar. Mesmo com as chances reduzidas de uma gestação esse grupo de mulheres, se não deseja engravidar, deve optar por alguma forma de contracepção.

Vale ressaltar também que a queda nos níveis de estrogênio estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento de quadros de osteoporose precocemente, sendo essencial realizar o tratamento adequado para menopausa precoce.

Causas da insuficiência ovariana prematura

A IOP, em mais de 80% das vezes, é considerada uma doença idiopática, ou seja, que não possui uma origem conhecida. No entanto, algumas condições clínicas prévias podem estar relacionadas ao aparecimento da menopausa precoce.

Alguns exemplos são:

  • Alterações genéticas, em especial a Síndrome de Turner e a Síndrome do X frágil;
  • Exposição a radiação;
  • Mulheres em tratamento oncológico com radioterapia e ou quimioterapia;
  • Cirurgias pélvicas, como a remoção de tecido dos ovários pela presença de tumores;
  • Infecções pélvicas que podem progredir para a falência dos ovários;
  • Causas autoimunes, principalmente as doenças autoimunes da tireoide.

Apesar de não ter uma causa específica bem definida, todos esses fatores podem estar associados ao desenvolvimento de insuficiência ovariana prematura. Além disso, alguns outros fatores de risco são importantes nesse quadro clínico, como:

  • Idade: mulheres entre os 35 e 40 anos têm maior chance de desenvolver a menopausa precoce;
  • Histórico familiar de insuficiência ovariana prematura.

Tratamentos para insuficiência ovariana prematura

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Nos casos de suspeita de menopausa precoce, é importante que a mulher consulte sua ginecologista de confiança para que o diagnóstico e tratamento adequado sejam realizados.

O tratamento mais utilizado para as pacientes diagnosticadas com IOP é a Terapia Hormonal  (TH). Esse tratamento consiste, basicamente, na reposição dos hormônios femininos, estrogênio e progesterona. E a reposição hormonal nessa fase deve ser feita, mesmo que não haja sintomas.

Além de ser essencial para reduzir os sintomas da  insuficiência ovariana prematura, a reposição de estrógeno é necessária para reduzir as chances de a mulher desenvolver osteoporose precocemente.

Consulte sua ginecologista com regularidade e não deixe de cuidar da sua saúde!

Nossos Médicos

Dr. Charles Carvalho

Dermatologista RQE 8807

Dra. Carolina Medaglia

GINECOLOGISTA OBSTETRA CRM-DF 17442 RQE 10643