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Rastreio de câncer de colo do útero - Clínca Cinge - Águas Claras - DF

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Rastreio de câncer de colo do útero

Entenda o que mudou nas recomendações para o rastreio deste tipo de câncer. Rastreio de câncer de colo do útero.

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Muitas pessoas já sabem que o câncer de colo de útero está intimamente ligado a infecções pelo HPV – Papiloma vírus humano. No entanto, algumas mulheres ainda não se atentaram para a importância do rastreio desse tipo de câncer.

As campanhas de saúde no Brasil indicam que esse rastreio deve ser feito preferencialmente pelo Exame Preventivo ou Papanicolau. 

Porém, no segundo semestre de 2020, a American Cancer Society (ACS) mudou as orientações. Nessa nova recomendação, passaram a indicar o teste molecular para HPV como estratégia principal e não mais o exame do Papanicolau.

Antes de mais nada, vale ressaltar que independente da estratégia recomendada, é sempre importante que a mulher entenda a importância de se proteger e se prevenir contra o câncer de colo útero.

Isso porque, ele é bastante comum na população feminina. Estima-se que cerca de 16 mil de novos casos foram diagnosticados no ano de 2020. Além disso, é um dos tipos de câncer em mulheres mais comuns no mundo.

Dessa forma, é de extrema importância realizar os exames preventivos para rastrear a infecção pelo HPV  e também prevenir o desenvolvimento do câncer de colo de útero.

A seguir vamos explicar as diferenças entre os dois tipos de exames que estão sendo indicados nesses casos.

Exame Papanicolau

O exame Papanicolau ou exame preventivo é realizado através da avaliação do tecido vaginal e também da coleta de material da região cervical uterina. Esse é o teste mais conhecido e utilizado para rastreio do câncer de colo de útero  no Brasil.

Ele pode ser feito rapidamente em consultórios de ginecologia ou ainda no seu Centro de Saúde de referência.

Durante a consulta, será introduzido um espéculo ou “bico de pato” para abrir o canal vaginal, facilitando a visualização do tecido para verificar a presença de feridas.

Depois disso, é feita a coleta de material, que é levado para análise em laboratórios de citopatologia. Essa análise consiste na avaliação, com microscópio, para identificar a presença de células cancerígenas.

Pela elevada incidência de HPV, o papanicolau é indicado para as mulheres sexualmente ativas, entre os 25 e 64 anos. Inicialmente,  é recomendado que sejam feitos 2 preventivos, com intervalo de 1 ano entre eles.

Em caso desses exames não indicaram nenhuma alteração, o intervalo se estende, passando a ser recomendado a realização do preventivo a cada 3 anos. Essas são as recomendações do Ministério da Saúde.

Vale ressaltar que ele é uma das principais formas de identificar e prevenir o desenvolvimento de câncer de colo de útero, em especial nos casos de infecção pelo HPV.

 Teste molecular para o HPV

Esse é o novo teste que a American Cancer Society está indicando para o rastreio do câncer de colo de útero. 

A principal razão para essa alteração é que a maior causa de desenvolvimento dessa doença é a infecção pelo vírus HPV. Logo, o mais indicado seria realizar o teste que identifica os genotipos desses vírus. Assim, não ausência desse vírus no seu corpo a chance de desenvolver um câncer por ele nos próximos 5 anos é quase nula, por isso a Sociedade defende esse exame como primeiro opção.

Para simplificar, é importante saber que existem vários tipos virais de HPV. Porém alguns deles, como os subtipos 16 e 18, estão mais relacionados com o desenvolvimento do câncer de colo de útero.

O teste molecular consiste, então, na identificação de material genético dos subtipos virais do papiloma vírus humano de alto risco para desenvolvimento de câncer.

É indicado dos 25 aos 65 anos, a cada 5 anos. Em casos de indisponibilidade desse teste, é ainda recomendado a associação entre o teste molecular para HPV e o exame preventivo.

Depois dessas novas diretrizes, o que devo fazer?

Por se tratar de uma diretriz muito recente, ainda não há consenso entre os especialistas sobre quais medidas devem ser tomadas. 

Além disso, serão necessárias algumas alterações no sistema de saúde brasileiro para colocar o teste molecular como preferencial no rastreio desse tipo cancerígeno.

Portanto, o mais importante é que você procure sua ginecologista e converse com ela a respeito desses testes. Como já dito acima, independente de qual teste você for fazer, é essencial realizar a prevenção contra o câncer de colo de útero.

Cuida da sua saúde e não se esqueça de se prevenir contra a infecção pelo HPV e de realizar os exames de prevenção contra o câncer de colo de útero.

Nossos Médicos

Dr. Charles Carvalho

Dermatologista RQE 8807

Dra. Carolina Medaglia

GINECOLOGISTA OBSTETRA CRM-DF 17442 RQE 10643