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Educação sexual nas escolas realmente é importante? Clínca Cinge - DF

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Educação sexual nas escolas realmente é importante?

Entenda um pouco mais sobre a educação sexual nas escolas e qual a sua importância na vida das crianças e dos jovens. Educação sexual nas escolas realmente é importante?

Fonte: Freepik

O tema educação sexual ainda divide muitas opiniões. Isso acontece principalmente pela falta de informação sobre o assunto, já que poucas pessoas sabem que a educação sexual nas escolas consiste em orientar a proteção de crianças e adolescentes.

Entender um pouco mais sobre essa temática e compreender as abordagens é essencial para evitar fake news sobre o assunto e para auxiliar na proteção das crianças e adolescentes.

Como funciona a educação sexual nas escolas?

A educação sexual nas escolas aborda de forma muito variável de acordo com cada faixa etária, afinal crianças e adolescentes possuem maturidades diferentes sobre o tema.

Esse tipo de atuação escolar é extremamente importante, tendo em vista que o Brasil registrou ao menos 32 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes em 2018, índice de notificações registrado pelo Ministério da Saúde, segundo levantamento obtido pelo GLOBO.

Muitos desses abusos acontecem dentro da própria casa da criança ou do(a) adolescente. Por isso, buscar estratégias para prevenir essa situação é extremamente importante, sendo a educação sexual nas escolas uma delas.

Como funciona a abordagem para crianças?

Para crianças, a abordagem nas escolas gira em torno da proteção.

A abordagem infantil pode ser feita de várias formas, mas busca auxiliar a criança a identificar suas áreas íntimas e compreender que outras pessoas não devem ter acesso a ela.

Como funciona a abordagem na adolescência?

Na adolescência a situação muda, uma vez que nessa idade eles já têm consciência corporal e os hormônios estão passando por alterações. Dessa forma, a abordagem ainda atua na proteção, mas um novo elemento é adicionado: a prevenção.

A abordagem sobre métodos contraceptivos, ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e sobre os impactos que as decisões contraceptivas podem trazer na vida desses jovens é extremamente relevante, uma vez que o início da vida sexual ativa independe da vontade de terceiros, como pais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, no Brasil, cerca de 13 milhões de adolescentes tenham engravidado nas últimas duas décadas. A classificação de gravidez na adolescência é aquela que acontece em meninas entre 10 e 20 anos. 

Apesar de parecer uma situação comum, a gravidez na adolescência traz diversos problemas, principalmente para vida das mulheres, tais como evasão escolar e, consequentemente, a falta de oportunidades no mercado de trabalho.

Por isso, educação sexual nas escolas é um tema tão importante.

Um pouco sobre a educação sexual para adolescentes:

O uso de métodos contraceptivos é um dos principais pontos abordados, uma vez que a falta de informação é um grande fator para o acontecimento da gravidez na adolescência.

Apesar de a pílula ser um dos métodos contraceptivos mais comuns, existem diversas outras opções que podem ser mais seguras para adolescentes. O sistema público de saúde oferece atualmente os seguintes métodos:

  • Anticoncepcional injetável Mensal;
  • Anticoncepcional injetável trimestral;
  • Minipílula;
  • Pílula combinada;
  • Diafragma;
  • Pílula do dia seguinte ou pílula anticoncepcional de emergência;
  • DIU (dispositivo intra-uterino);
  • Preservativo Feminino;
  • Preservativo masculino.

Assim, apesar de existirem vários métodos, a educação sexual nas escolas e em casa é necessária. Afinal, ter acesso aos métodos sem informação de como usá-los é ineficiente.

Nossos Médicos

Dr. Charles Carvalho

Dermatologista RQE 8807

Dra. Carolina Medaglia

GINECOLOGISTA OBSTETRA CRM-DF 17442 RQE 10643